Associated Press
(Versión en español en los comentarios)
Em Itália, Lampedusa, enterram-se mortos numerados sem nome, com nova nacionalidade. Será a morte necessária para se ser alguém? Alguém que em vida busca precisamente viver? Em geral, quem governa carrega-se de ironia: pena dos mortos, horror dos vivos; pena do dinheiro que não tem, matando aos poucos quem vê a dignidade fugir. Entra-se, melhor, permanece-se no ridículo. Apetece gritar a dor da morte, para que os bem viventes tomem consciência que a vida não é uma reserva de Estado, nem um luxo... mas a base do ser para além da raça, sexo, cultura, religião. E percebe-se a responsabilidade que temos uns com outros.


























