domingo, 24 de maio de 2015

Pentecostes




Steve Bradburn

Tenho um carinho especial ao Pentecostes. Entre o gostar muito da leitura dos Actos dos Apóstolos, viver a presença do Espírito na sua ternura e força, no aconchego e no desinstalar, parece-me que este dia é muito marcante por convidar a abrir ainda mais horizontes. É difícil aguentar que o Espírito sopra onde quer, mostrando-me o valor do amor que impele a sair dos meus prejuízos e preconceitos sobre o ser humano (em geral e em alguém específico). Obviamente não é algo que acontece de um dia para outro, daí os ciclos de renovação e em mais um ano celebrar-se o Natal, a Páscoa, o Pentecostes. Acredito que nesses tempos algo novo acontece se tomo à séria a autenticidade da fé de Deus em cada pessoa, em mim. Apenas depende de nós aceitar as riquezas dos dons… e pô-los a render, nesse caminho de humanidade e divindade a que somos a chamados viver.

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