quarta-feira, 29 de outubro de 2008


O senhor Thomas F. Stephenson, deve honrar com a sua inteligência, a importância que Portugal ocupa no mapa internacional para os EUA. Um país pequeno, com posição estratégica imprescindível para a política externa norte-americana, mas... tão yes man que até chateia. Ah! Rico em Cherne...

O senhor Thomas F. Stephenson, ao dizer isso, não percebe puto, do comportamento humano e do que o motiva. Nem tão pouco, porque é que Obama tem maior probabilidade de ganhar, hoje! e não tinha, há 3 semanas!

Hoje, discute-se a crise interna, financeira, a fome e o trabalho. Há 3 semanas, Bush ainda acenava com a política do terror, os papões da América do Sul ao Extremo Oriente. Há os believers... e os outros!

O que distingue Obama, de Bush e de MacCain e dos Dicks todos de Washington, é a vocação. Belicista ou Anti-Belicista.

Ninguém é tão ingénuo, que acredite, que Obama chega à Casa Branca e acabe com o Iraque, Afeganistão, vá visitar Fidel ao lar e passe um fds com o Chaves na Ilha Margarita. Vá lá... já somos crescidos.

2 comentários:

  1. A bem dizer... do que está falar? É que eu não sei o que disse o tal mister Thomas e perdi-me nas suas diatribes anti- americanas. Você pensa mais depressa do que escreve...

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  2. Mea culpa. Não desci o suficiente para ler o post sobre o que disse o Sr. Embaixador dos EUA. Quanto ao resto: Obama será tão ou menos belicista quanto os EUA se sentirem ameaçados na sua visão do mundo ou fisicamente.Mas creio que menos, apesar de já ter dito que reforçará os esforços de guerra no Afeganistão. Não sei de que Europa falava o Sr. Stephenson, mas deve ser da que acha que os EUA são o Demónio - mesmo sem Bush ou MacCain- esquecendo-se que nas duas Grandes Guerras o Demónio foi fundamental para salvar a liberdade e a democracia que hoje têm. Bons, bons mesmo, são os Chaves que compram "Magalhães" e outros rapazes anti-americanos.

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