quarta-feira, 23 de abril de 2008


Há acções que fazemos, em que por sermos poucos, vamos-nos reencontrando ao longo do caminho. E isso é fixe.


A minha ligação à água vem desde os 4 ou 5 anos, um dia os tios disseram-me "agora nada" e atiraram-me para as águas fundas da Rocha do Corvo em São João, depois fui nadador até aos 16 anos e se lá por casa, havia o hábito de nos deixarem sozinhos, havia outros cujo avô, fazia o favor de os ir levar e buscar à natação, pelo caminho dávam-me boleia. Este avô do Luís (k nunca mais vi), vou-me cruzando com ele, quase 20 anos passados em várias piscinas da linha. Hoje, encontro-o de manhã, com a mesma cara e expressão simpática a dar braçadas. Giro é ver, que continua a tratar-me como um puto.


Há uns anos reencontrei o Miguel, que agora anda com a mania de cruzar a Mancha a nado. O Miguel esteve nos Olimpicos em Barcelona e aparece aí ao lado dos cetáceos de Peniche.


Estas recordações surgem, porque hoje fui abordado para integrar um clube e competir em open water. Em conversa chega-se a tantas pessoas e algumas delas têm blogs e sites, a teia une-se pela web. Eu fico igual, interessa-me mais surfar e nadar quando não o posso. Ainda por cima quando o clube se chama... Benfica.

1 comentário:

  1. Anónimo15:17

    Um grande consolo, a água, apesar de não limpar tudo.

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