
O Secretário Geral do PS, que também é Primeiro Ministro, foi vaiado por cerca de 200 (ou cem, conforme o jornal que dá a notícia) professores à porta da Sede do partido, onde reuniu com docentes socialistas, a quem disse que "mantém a política educativa porque o país precisa dela. Confrontado com o descontentamento dos professores, José Sócrates comentou que não governa para obter simpatias". Antes mostrara-se irritado e comentou com os jornalistas que os manifestantes eram militantes de outros partidos que estavam a querer condicionar o PS, o que nunca vira em mais de trinta anos de democracia.
Os manifestantes, militantes de outros partidos e os recalcitrantes, do próprio PS e mesmo os sem partido, só podem esperar uma coisa: que Manuel Alegre espirre. Aí, lá vão à vida a Ministra e a política educativa de Sócrates. Como o Inverno parece que está finalmente a dar a cara, talvez tenham sorte, propiciando o espirro que tudo pode mudar...
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