Não me choca nada que o Tratado de Lisboa seja ratificado pelo Parlamento. Escrevi há dias o porquê na resposta a um comentário a um post meu, a propósito do discurso presidencial de Ano Novo. O que me choca é a facilidade com que os partidos e os políticos dão o dito por não dito: Sócrates que o prometeu (vou gostar de ouvir os seus argumentos), o PDS que o defendeu e mudou porque mudou de líder que é hoje a favor do que ontem era contra, o CDS que fez a macacada de ouvir umas personalidades para fingir que ia ponderar, ajuizadamente, que posição tomar e veio depois dizer que era a favor do referendo porque já o prometera. Salvam-se neste caso o PCP e o BE. Mas ao contrário do que diz o meu amigo Nuno Pombo no Incontinentes Verbais, nem assim votaria " com a trupe do Louçã". Pela simples razão de que são contra a UE e eu não sou.
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