segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Detalhes... ou pormenores!
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
O sentido de ser (II)
domingo, 27 de novembro de 2011
Em início de Advento
Eu estou a fazer algo novo, já está a germinar: não estão a notar?
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
O sentido de ser
a linha entre a humanidade e a desumanidade é muito ténue.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
A propósito do vídeo "Ignorância dos Universitários"...
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Cidades... o pensar de!
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Outro lado do espelho
Uma das coisas que mais gostaria de poder partilhar: a força do silêncio.
domingo, 13 de novembro de 2011
O risco da profundidade
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Arte e Deus e Arte
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Tudo num só pensamento...
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Entre afecto(s)...
domingo, 6 de novembro de 2011
Do concreto...
sábado, 5 de novembro de 2011
Concílio Vaticano II
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Liberdade e Responsabilidade: Carta ao Deputado Adolfo Mesquita Nunes.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Em dia de aniversário...
A Forma Justa
Sei que seria possível construir o mundo justo
As cidades poderiam ser claras e lavadas
Pelo canto dos espaços e das fontes
O céu o mar e a terra estão prontos
A saciar a nossa fome do terrestre
A terra onde estamos — se ninguém atraiçoasse — proporia
Cada dia a cada um a liberdade e o reino
— Na concha na flor no homem e no fruto
Se nada adoecer a própria forma é justa
E no todo se integra como palavra em verso
Sei que seria possível construir a forma justa
De uma cidade humana que fosse
Fiel à perfeição do universo
Por isso recomeço sem cessar a partir da página em branco
E este é meu ofício de poeta para a reconstrução do mundo
Sophia de Mello Breyner Andresen, in "O Nome das Coisas"
terça-feira, 18 de outubro de 2011
[Gn 22, 1-18]
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Voos, tripulantes de cabine e realidade de vida!
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Portugueses e Finlandeses (ou outros)!
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
[Rt 1 - 4]
sobre textos antigos,
sagrados.
O moldar da pele
diante da nova realidade
(re)feita em ensinamentos.
A recolha de espigas
anunciadoras de novo mundo,
na seara que ondeia
ao sabor do vento
que sopra por onde quer.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
a plenitude da leveza do ser
sábado, 12 de fevereiro de 2011
[Lc 10, 41-42]
[procurada nos afazeres
quotidianos,
sem sentido aparente.
É sempre do mesmo,
como rotina (des)esperada
em cada toque de despertador.
Sentirei o palpitar cardíaco?
É sempre do mesmo
com as variações
da profundidade do sentir]
da Vida
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
[1 Cor 1, 20]
A curiosidade presente
na rua que cruzo entre o
Saber do não saber.
Dúvida(s).
A inquietação da subida
do monte, deixando a areia
dos pés formar a palavra
viva.
Silêncio.
Afinal os dias
são maiores,
nas ondas brota jogo novo,
houve descoberta.
Fundamento.
Diante da frase solta
aos ventos:
deu-se a revelação.
domingo, 23 de janeiro de 2011
Small Pleasures
sábado, 22 de janeiro de 2011
Estado, Liberdade e contratos de associação escolar...
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Comentário sobre História da Igreja Antiga
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Crises
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
[Jo 20, 14]
Para MTH
Um engano
e
Passei os olhos por ti,
em tempos,
em conversas,
em dúvidas,
em construção de pontes
(aladas)
de Corpo encarnado.
Que cresce,
desenvolve os sentidos
numa ligação para além
do tempo e do espaço
falando de divindade
na humanidade,
com toque de Sofia,
partilhada
(mesmo em silêncio)
da História,
dos Contos,
do mistério em oculto.
(E aqui, agora)
para ti
chamo
invoco
canto
a Luz,
(vinda em voos)
com (a)braços
protectores,
cheios de Vida
que pintam a realidade de brilho,
anulam a opressão,
fazem sorrir
renovando a inspiração,
a mesma que te faz Ser(vir)
com o dom de palavras.
domingo, 9 de janeiro de 2011
[Mc 6, 46]*
sábado, 8 de janeiro de 2011
[Jo 1, 39]*
* Ele respondeu-lhes: «Vinde e vereis.» Foram, pois, e viram onde morava e ficaram com Ele nesse dia. Eram as quatro da tarde.
Olhar,
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Pensamentos soltos... enquanto acompanho o resgate dos mineiros no Chile
Alex Vega exibe orgulhosamente uma t-shirt com a bandeira do ChileFoto: Hugo Infante/Reuters
in Público.pt
Ao som da subida da Fénix, no resgate dos mineiros no Chile, o meu pensamento não tem parado. Os sentimentos também não...
Neste momento em que “homens nascem da terra”, como me comentou um Amigo e Companheiro do Chile, fico emocionado a olhar para as imagens do “(re)nascimento”. De facto, há a saída do ventre; encontro; choro e grito de libertação; manifestações de fé perante o “milagre” que não pode deixar o mundo indiferente. E agora como olhamos para nós, humanos? Penso nisto...
Primeiro, o silêncio. Aquele contemplativo dos acontecimentos, que deveria calar as comparações politicas, sociais, promotoras de mediatismos. Não interessa o Guiness, não interessa se Portugal, ou seja que parte do mundo for, está também “metido num buraco”. Interessa deixar calar as “vozes” que impedem o agradecer. Tudo mudaria, ainda mais, se fosse o meu pai, ou um tio, ou um primo, ou um avô que lá estivesse. E aqui, não importa a nacionalidade, raça, cor...
...pois, perante acontecimentos de grandes mudanças na vida (seja o ficar preso numa mina, seja uma doença, seja um outro tipo de acidente) há “algo” inexplicável que acontece. Dentro e fora de quem vive. Poder-se-ia dizer conversão.
Estes homens, aos olhos do mundo, tornam-se imagem de trabalho conjunto, em equipa, em partilha, conversas trocadas, como que respiração pelo “cordão-umbilical-Relação-Humana”. A Relação que permite aguentar o desabafo, a dor, a angustia, a inveja, a revolta, a esperança e a alegria... a compreensão pela falha, o respeito pela fraqueza. São heróis, sim. No entanto, para usar as palavras de Mário Sepúlveda, o segundo mineiro a sair, não os tratemos como artistas ou jornalistas, mas como pessoas que são.
As mudanças bruscas implicam muito na vida. Tal como o nascimento de uma criança há toda uma adaptação a acontecer. Gradual, onde se tem de dar espaço não só a cada um deles, como a toda a família. Este não foi, nem é, um concurso, onde cada um livremente decidiu expor-se ao mundo. É a história de cada uma destas 33 pessoas, com nome, sentimentos, vontades, fragilidades... com fé!
A partir de agora é o espaço e tempo também para maturar sobre a vida. Aquela que ganha um novo horizonte, depois do “(re)nascimento”.
“¡Gracias, Señor!”
















